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Colectomias e Retossigmoidectomias Videolaparoscopica - Dr. André Medeiros

Colectomias e retossigmoidectomias Videolaparoscópica

O que é? Qual é a causa? Quais os sintomas?
Como fazer o diagnóstico? Qual o tratamento?

O que é?

A colectomia é uma cirurgia de grande porte que consiste na retirada de parte ou da totalidade do intestino grosso do paciente. Colectomia videolaparoscópica é uma modalidade onde uma câmera é inserida no paciente e suas imagens servem para orientar o médico na realização da operação. A colectomia videolaparoscópica é uma técnica relativamente recente. Foi realizada pela primeira vez no início dos anos 90. Para sua realização são feitos quatro ou cinco pequenos cortes no paciente. Por um deles passa a câmera. Nos demais seguem os instrumentos necessários para a cirurgia. Em relação à colectomia aberta, onde há necessidade de corte maior, ela é considerada mais confortável para paciente sendo capaz de acelerar o processo de recuperação. Nem sempre é possível utilizar a técnica videolaparoscópica. Em determinadas situações ela é iniciada, mas fatores como aderências de órgãos resultantes de cirurgias anteriores, má visualização dos órgãos, sangramento ou encontro de grandes tumores fazem o médico optar pela cirurgia convencional. Atualmente a colectomia videolaparoscópica já conta com o auxílio da robótica para ajudar na diminuição dos riscos. Essa técnica, no entanto, ainda é bastante restrita.

Qual é a causa?

A colectomia é indicada como a única forma de solucionar algumas doenças. Entre elas: câncer, alguns estágios da diverticulite, traumatismos, colites, doença de Crohn e retocolites e enfarte mesentérico (enfarte do intestino). Se não houver a remoção da parte do intestino afetada por essas doenças, o problema não será resolvido levando o paciente à morte.

Quais os sintomas?

Os principais sintomas das doenças relacionadas ao intestino grosso e reto são dores abdominais, diarreia, constipação, sangramentos e as vezes emagrecimento.

Como fazer o diagnóstico?

As doenças do intestino têm uma forte influência genética. Por isso, é essencial que o médico faça uma detalhada entrevista com o paciente. Tal entrevista aliada às dores na região ou outros sintomas podem indicar a necessidade de exames laboratoriais, de imagem ou até mesmo biópsias. Sem esses exames não há como confirmar o diagnóstico.

Qual o tratamento?

Dependo da doença e do estágio em que a mesma se encontra , temos as opções de tratamento cirúrgico ou medicamentoso , algumas vezes até de radioterapia e quimioterapia.

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Fonte: Doctoralia